Espaço ID: Coluna light pra você!

Galera Malhação

Fiuk, Cristiana Peres e outros de Malhação gravam Vídeo Game especial

Eles se despediram na semana passada de Malhação ID, e hoje retornaram ao Projac, no Rio, para gravar um Vídeo Game especial. Fiuk, Cristiana Peres, Élida Muniz, Erich Pelitz, João Maia e Mariana Molina disputaram as merrecas de Angélica até o fim, mas apenas um venceu. Para saber quem, só ficando de olho no Vídeo Game! O ator Mateus Solano participou do quadro Cadê o Caô, e a banda Hori, de Fiuk, fez a plateia delirar.

Fiuk: ‘Acho mais interessante namorar mulheres mais velhas’Depois do sucesso com o Bernardo de ‘Malhação ID’, Fiuk só tem o que festejar nessa etapa de sua vida. Em entrevista à revista Caras, o filho de Fábio Jr, que namora há dois anos, a produtora de moda Natália Frascino, de 27 anos, revela que gosta de mulheres mais velhas.
“No começo rolou um grilo, mas depois foi tranquilo. Acho mais interessante namorar mulheres mais velhas. Elas são mais maduras e já têm o caráter formado e sabem o que querem da vida.” O ator confessa que é romântico. “São atitudes românticas que fazem a relação dar certo. Adoro surpreender a Natália,” conta.
Fiuk contou ainda que resolveu virar cantor aos 13 anos e contou com o apoio do pai, com quem é só elogios: “Ele é o meu ídolo, o meu amigo para tudo, principalmente na minha carreira. Ele me guia, me dá conselhos, é meu parceirão. Já compomos músicas juntos.”

Documentário

Fiuk: “Aprendo com os erros do meu pai”


“Via meu pai na tevê, escutava no rádio, mas não o via dentro da minha casa”
Fiuk

Como é sua relação com seu pai?
Nossa, é meu melhor amigo, mesmo! Conversamos sobre tudo, ouço os conselhos dele, somos bem confidentes. Temos assuntos só nossos, sabe?

Por que decidiu morar com seu pai aos 13 anos?
De repente me deu um estalo, liguei pro meu pai e avisei que estava indo morar com ele. Lembro que foi difícil para minha mãe, mas mesmo chorando ela sabia o quanto seria importante para mim e me disse para ir. Acho que eu quis resgatar a falta dele na infância.

E como foi essa ausência para você?
Foi estranho, quando era mais novo, não entendia bem. Via meu pai na tevê, escutava no rádio, mas não o via dentro da minha casa. Ficava mal de ver meus amigos acompanhados pelos pais na escola e eu não ter aquilo. Escrevia cartas para ele, dizendo que estava com saudades. Cheguei a ter bronquite asmática.

Em que época foi isso?
Eu devia estar com uns 8 anos. Uma cena que me marcou foi quando eu tive uma crise de bronquite e estava na ambulância a caminho do hospital. Nisso, meu pai chegou e eu saí correndo em direção a ele. Esqueci que estava com soro no braço e tudo. Quando me dei conta, já estava bem. Foi quando eu disse: “Pai, você é meu remédio”. A bronquite asmática era de fundo emocional e, desde que fui morar com ele, nunca mais tive.

E como foi a mudança de casa? Tiveram que se adaptar, já que era uma novidade para os dois?
Ele não sabia bem o que era ser pai, não havia muitas regras. Nos demos muito bem e acabei encontrando um melhor amigo. Ele me deixava mais solto, e eu achava incrível.

Seu pai foi o primeiro a saber do seu desejo de seguir a mesma carreira profissional?
Sim, tive certeza do que eu queria aos 13 anos. Adorava escutar as reuniões dele atrás da porta. Ele mandava eu dormir, mas eu ficava lá escondido, tentando entender, aprendendo o que era contrato, o que envolvia os shows, etc.

E como ele era e é em relação ao seu trabalho?
Nossa, eu ficava louco da vida! Como meu pai não aprovou meu primeiro demo? Chegava todo feliz mostrando as músicas que tinha feito e ele dizia: “Moleque, você realmente acha que isso está bom? Pelo amor de Deus”. Ou: “Faça de novo, você está desafinado”. Levei cinco anos para ganhar o primeiro parabéns dele. Mas hoje eu só agradeço, né? Não me considero bom, mas me deu garra para vencer.

E o que você mais aprendeu com ele?
Aprendo com os erros do meu pai. Me policio muito. Ele sempre diz: “Faça o que digo, não faça o que eu faço”.

Quais características dele reconhece em você?
Sou magrelo igual ele era. E as pessoas dizem que tenho muito os trejeitos dele, os mesmos olhares… Só não vou adotar o “obrigaduuuu”! Nunca!

E a sedução natural que é uma marca do seu pai e hoje vemos acontecer com você…
Ah, então, é verdade. Fiquei muito tempo ali tentando roubar o mel dele… Na real, não vejo muito isso. Não fico pensando que as meninas estão gritando meu nome. Na hora só fico muito feliz.

E o que você diz quando seu pai fala que “as mulheres devem ser amadas e não entendidas”? Concordo, né? Entender vocês para quê?

Te incomodam os muitos relacionamentos amorosos do seu pai (Fábio Jr. se separou da sexta mulher, Mari Alexandre há 2 meses)?
Que nada! Eu chegava em casa e perguntava: “Quem está aí hoje, hein, pai?” (risos). Números de relacionamentos, casamentos, não dizem nada. Se ele se casar de novo, só vou perguntar: “Você está feliz”? Então está tudo certo.

Pode dizer em poucas palavras o que seu pai representa para você?
Acredito que ele seja metade de mim. E sem uma metade, você não funciona, não existe, né? É um cara incrível, um profissional incrível e um pai incrível!

Publicado em agosto 6, 2010, em Espaço ID. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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