Arquivo da categoria: Especiais UHTV

Sexta-Feira 13 – A última e mais tenebrosa "Lenda Urbana": A ilha das bonecas!

Ilha das Bonecas

A ilha das Bonecas ou também conhecida como a ilha das bonecas MORTAS, é uma ilha no México com bonecas por todos os lados, presas nas árvores, empaladas em gravetos ou enforcadas nas casas…

Julián Santana Barrera morreu em 2001 aos 50 anos, AFOGADO…

Julián Santana Barrera morto em 2001 aos 50 anos, AFOGADO.

É isso aí. O nosso especial “Lendas Urbanas” fica por aqui.
Não se esqueça: Faltam 2 dias para a estreia de um novo UHTV!.
Você não pode perder!
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Sexta-Feira 13 – A última e mais tenebrosa "Lenda Urbana": A ilha das bonecas!

Ilha das Bonecas

A ilha das Bonecas ou também conhecida como a ilha das bonecas MORTAS, é uma ilha no México com bonecas por todos os lados, presas nas árvores, empaladas em gravetos ou enforcadas nas casas…

Julián Santana Barrera morreu em 2001 aos 50 anos, AFOGADO…

Julián Santana Barrera morto em 2001 aos 50 anos, AFOGADO.

É isso aí. O nosso especial “Lendas Urbanas” fica por aqui.
Não se esqueça: Faltam 2 dias para a estreia de um novo UHTV!.
Você não pode perder!

Sexta-Feira 13: Mais "Lendas Urbanas"!

Casarão fantasmaCasarão Fantasma

Em Rio Claro, interior de São Paulo, existe uma lenda sobre um casarão fantasma que aparece somente nas madrugadas no horto da cidade. O curioso é que só as pessoas que se perdem no horto o conseguem encontrar.
Uma jovem chamada Ana se perdeu uma vez no horto separando-se de seus amigos que aproveitaram o final de semana para fazer um piquinique lá. Ela passou a noite perdida na floresta densa enquanto os bombeiros e policiais estavam a sua procura. Ela caminhou a tarde inteira pela floresta e ao escurecer avistou uma luz de longe, aparentemente parecia ser uma luz de lamparina, seguiu essa luz e chegou em um enorme casarão do século XIX que era iliminado pelas lamparinas externas. Notou que havia movimento dentro desse casarão pois conseguia ver luzes dentro dele.
Com medo e pânico pensou em bater na porta desse casarão, mas ficou receosa pois nunca havia ouvido falar sobre um casarão habitado no meio da floresta densa.
Então se abrigou nas árvores ao arredor do casarão e esperou até o amanhecer para ver melhor o que havia lá dentro. Como todo ser humano ela acabou caindo num sono de tanto cansaço e quando acordou de manhã notou que o casarão havia desaparecido e ela estava próximo a uma trilha que conhecera. Andou por essa trilha e encontrou uma equipe de resgate que estava a sua procura. Levaram-na para o hospital e fizeram exames. Ela relatou o que vira, mas os guardas disseram-na que não tinham nenhum conhecimento de um casarão no meio da floresta densa.
Quando voltou para casa pesquisou na internet sobre o tal casarão e não encontrou nada, mas um vizinho de idade avançada ficou sabendo de sua historia e contou a ela que também já ouvira sobre relatos de um casarão no meio da floresta, mas ninguém nunca o encontrou de fato.
Em Rio Claro alguns dizem que esse casarão é uma ilusão causada pelo medo e pânico das pessoas que se perdem na floresta, outras dizem que é um casarão fantasma que ajuda as pessoas perdidas, dando abrigo a elas!
Ainda hoje, às 10 da noite, você vê a penúltima lenda dessa sexta-feira!

Sexta-Feira 13: Mais "Lendas Urbanas"!

Casarão fantasmaCasarão Fantasma

Em Rio Claro, interior de São Paulo, existe uma lenda sobre um casarão fantasma que aparece somente nas madrugadas no horto da cidade. O curioso é que só as pessoas que se perdem no horto o conseguem encontrar.
Uma jovem chamada Ana se perdeu uma vez no horto separando-se de seus amigos que aproveitaram o final de semana para fazer um piquinique lá. Ela passou a noite perdida na floresta densa enquanto os bombeiros e policiais estavam a sua procura. Ela caminhou a tarde inteira pela floresta e ao escurecer avistou uma luz de longe, aparentemente parecia ser uma luz de lamparina, seguiu essa luz e chegou em um enorme casarão do século XIX que era iliminado pelas lamparinas externas. Notou que havia movimento dentro desse casarão pois conseguia ver luzes dentro dele.
Com medo e pânico pensou em bater na porta desse casarão, mas ficou receosa pois nunca havia ouvido falar sobre um casarão habitado no meio da floresta densa.
Então se abrigou nas árvores ao arredor do casarão e esperou até o amanhecer para ver melhor o que havia lá dentro. Como todo ser humano ela acabou caindo num sono de tanto cansaço e quando acordou de manhã notou que o casarão havia desaparecido e ela estava próximo a uma trilha que conhecera. Andou por essa trilha e encontrou uma equipe de resgate que estava a sua procura. Levaram-na para o hospital e fizeram exames. Ela relatou o que vira, mas os guardas disseram-na que não tinham nenhum conhecimento de um casarão no meio da floresta densa.
Quando voltou para casa pesquisou na internet sobre o tal casarão e não encontrou nada, mas um vizinho de idade avançada ficou sabendo de sua historia e contou a ela que também já ouvira sobre relatos de um casarão no meio da floresta, mas ninguém nunca o encontrou de fato.
Em Rio Claro alguns dizem que esse casarão é uma ilusão causada pelo medo e pânico das pessoas que se perdem na floresta, outras dizem que é um casarão fantasma que ajuda as pessoas perdidas, dando abrigo a elas!
Ainda hoje, às 10 da noite, você vê a penúltima lenda dessa sexta-feira!

Sexta-Feira 13: Mais "Lendas Urbanas"!

Casarão fantasmaCasarão Fantasma

Em Rio Claro, interior de São Paulo, existe uma lenda sobre um casarão fantasma que aparece somente nas madrugadas no horto da cidade. O curioso é que só as pessoas que se perdem no horto o conseguem encontrar.
Uma jovem chamada Ana se perdeu uma vez no horto separando-se de seus amigos que aproveitaram o final de semana para fazer um piquinique lá. Ela passou a noite perdida na floresta densa enquanto os bombeiros e policiais estavam a sua procura. Ela caminhou a tarde inteira pela floresta e ao escurecer avistou uma luz de longe, aparentemente parecia ser uma luz de lamparina, seguiu essa luz e chegou em um enorme casarão do século XIX que era iliminado pelas lamparinas externas. Notou que havia movimento dentro desse casarão pois conseguia ver luzes dentro dele.
Com medo e pânico pensou em bater na porta desse casarão, mas ficou receosa pois nunca havia ouvido falar sobre um casarão habitado no meio da floresta densa.
Então se abrigou nas árvores ao arredor do casarão e esperou até o amanhecer para ver melhor o que havia lá dentro. Como todo ser humano ela acabou caindo num sono de tanto cansaço e quando acordou de manhã notou que o casarão havia desaparecido e ela estava próximo a uma trilha que conhecera. Andou por essa trilha e encontrou uma equipe de resgate que estava a sua procura. Levaram-na para o hospital e fizeram exames. Ela relatou o que vira, mas os guardas disseram-na que não tinham nenhum conhecimento de um casarão no meio da floresta densa.
Quando voltou para casa pesquisou na internet sobre o tal casarão e não encontrou nada, mas um vizinho de idade avançada ficou sabendo de sua historia e contou a ela que também já ouvira sobre relatos de um casarão no meio da floresta, mas ninguém nunca o encontrou de fato.
Em Rio Claro alguns dizem que esse casarão é uma ilusão causada pelo medo e pânico das pessoas que se perdem na floresta, outras dizem que é um casarão fantasma que ajuda as pessoas perdidas, dando abrigo a elas!
Ainda hoje, às 10 da noite, você vê a penúltima lenda dessa sexta-feira!

Sexta-Feira 13 – "Lendas Urbanas": A Lenda da Carroça sem Cavalo!

  Veja acima o vídeo feito pela Equipe Senha 73 dramatizando essa Lenda.

A Lenda escrita você vê abaixo:
Nas noites de inverno, quando o frio nevoeiro que vinha do mar descia sobre a cidade, as pessoas que moravam em uma certa rua de São Francisco do Sul, eram acordadas nas altas horas da madrugada, com o barulho de uma inconveniente carroça.
Essa carroça se locomovia de forma tão lenta, que os moradores, já irritados, levantavam-se de suas camas para verificar o que estava acontecendo.
Quando abriam as janelas de suas casas para espiar quem era o responsável por tamanho incômodo, tinham um tremendo susto. A carroça não tinha cavalo!
Dentro da carroça, panelas velhas, baldes amassados, chaleiras e bules, alguns pendurados no lado de fora da carroça, eram os responsáveis pelo tremendo barulho.
As pessoas escondiam-se em suas casas, assombradas com tamanha manifestação do outro mundo, esperando que a carroça e o barulho desaparecesse lá longe.
 9 da noite tem mais uma “Lenda Urbana” para você curtir nessa sexta-feira 13!

Sexta-Feira 13 – "Lendas Urbanas": A Lenda da Carroça sem Cavalo!

  Veja acima o vídeo feito pela Equipe Senha 73 dramatizando essa Lenda.

A Lenda escrita você vê abaixo:
Nas noites de inverno, quando o frio nevoeiro que vinha do mar descia sobre a cidade, as pessoas que moravam em uma certa rua de São Francisco do Sul, eram acordadas nas altas horas da madrugada, com o barulho de uma inconveniente carroça.
Essa carroça se locomovia de forma tão lenta, que os moradores, já irritados, levantavam-se de suas camas para verificar o que estava acontecendo.
Quando abriam as janelas de suas casas para espiar quem era o responsável por tamanho incômodo, tinham um tremendo susto. A carroça não tinha cavalo!
Dentro da carroça, panelas velhas, baldes amassados, chaleiras e bules, alguns pendurados no lado de fora da carroça, eram os responsáveis pelo tremendo barulho.
As pessoas escondiam-se em suas casas, assombradas com tamanha manifestação do outro mundo, esperando que a carroça e o barulho desaparecesse lá longe.
 9 da noite tem mais uma “Lenda Urbana” para você curtir nessa sexta-feira 13!

Sexta-Feira 13 – "Lendas Urbanas": A Lenda da Carroça sem Cavalo!

  Veja acima o vídeo feito pela Equipe Senha 73 dramatizando essa Lenda.

A Lenda escrita você vê abaixo:
Nas noites de inverno, quando o frio nevoeiro que vinha do mar descia sobre a cidade, as pessoas que moravam em uma certa rua de São Francisco do Sul, eram acordadas nas altas horas da madrugada, com o barulho de uma inconveniente carroça.
Essa carroça se locomovia de forma tão lenta, que os moradores, já irritados, levantavam-se de suas camas para verificar o que estava acontecendo.
Quando abriam as janelas de suas casas para espiar quem era o responsável por tamanho incômodo, tinham um tremendo susto. A carroça não tinha cavalo!
Dentro da carroça, panelas velhas, baldes amassados, chaleiras e bules, alguns pendurados no lado de fora da carroça, eram os responsáveis pelo tremendo barulho.
As pessoas escondiam-se em suas casas, assombradas com tamanha manifestação do outro mundo, esperando que a carroça e o barulho desaparecesse lá longe.
 9 da noite tem mais uma “Lenda Urbana” para você curtir nessa sexta-feira 13!

Sexta-Feira 13 – "Lendas Urbanas": A Lenda da Bruxa de Gwrach-y-rhibynpara!

O significado do nome Gwrach-y-rhibyn, literalmente é “Bruxa da Bruma” mas é mais comumente chamada de “Bruxa da Baba”.

Dizem que parece com uma velha horrenda, toda desgrenhada, de nariz adunco, olhos penetrantes e dentes semelhantes a presas. De braços compridos e dedos com longas garras, tem na corcunda duas asas negras escamosas, coriáceas como a de um morcego. Por mais diferente que ela seja da adorável banshee irlandesa, a Bruxa da Baba do País de Gales lamenta e chora quando cumpre funções semelhantes, prevendo a morte.
Acredita-se que a medonha aparição sirva de emissária principalmente às antigas famílias galesas. Alguns habitantes de Gales até dizem ter visto a cara dessa górgona; outros conhecem a velha agourenta apenas por marcas de garras nas janelas ou por um bater de asas, grandes demais para pertencer a um pássaro. Uma antiga família que teria sido assombrada pela Gwrach-y-rhibyn foi a dos Stardling, do sul de Gales. Por setecentos anos, até meados do século XVIII, os Stardling ocuparam o Castelo de São Donato, no litoral de Glamorgan. A família acabou por perder a propriedade, mas parece que a Bruxa da Baba continuou associando São Donato aos Stardling.
Uma noite, um hóspede do Castelo acordou com o som de uma mulher se lamuriando e gemendo abaixo de sua janela. Olhou para fora, mas a escuridão envolvia tudo. Em seguida ouviu o bater de asas imensas. Os misteriosos sons assustaram tanto o visitante que este voltou para cama, não sem antes acender uma lâmpada que ficaria acesa até o amanhecer. Na manhã seguinte, indagando se mais alguém havia ouvido tais barulhos, a sua anfitriã confirmou os sons e disse que seriam de uma Gwrach-y-rhibyn que estava avisando de uma morte na família Stardling. Mesmo sem haver um membro da família morando mais no casarão, a velha bruxa continuava a visitar a casa que um dia fora dos Stardling. Naquele mesmo dia, ficou-se sabendo que o último descendente direto da família estava morto.
Daqui a pouco, 8 da noite, tem mais “Lendas Urbanas” pra você!

Sexta-Feira 13 – "Lendas Urbanas": A Lenda da Bruxa de Gwrach-y-rhibynpara!

O significado do nome Gwrach-y-rhibyn, literalmente é “Bruxa da Bruma” mas é mais comumente chamada de “Bruxa da Baba”.

Dizem que parece com uma velha horrenda, toda desgrenhada, de nariz adunco, olhos penetrantes e dentes semelhantes a presas. De braços compridos e dedos com longas garras, tem na corcunda duas asas negras escamosas, coriáceas como a de um morcego. Por mais diferente que ela seja da adorável banshee irlandesa, a Bruxa da Baba do País de Gales lamenta e chora quando cumpre funções semelhantes, prevendo a morte.
Acredita-se que a medonha aparição sirva de emissária principalmente às antigas famílias galesas. Alguns habitantes de Gales até dizem ter visto a cara dessa górgona; outros conhecem a velha agourenta apenas por marcas de garras nas janelas ou por um bater de asas, grandes demais para pertencer a um pássaro. Uma antiga família que teria sido assombrada pela Gwrach-y-rhibyn foi a dos Stardling, do sul de Gales. Por setecentos anos, até meados do século XVIII, os Stardling ocuparam o Castelo de São Donato, no litoral de Glamorgan. A família acabou por perder a propriedade, mas parece que a Bruxa da Baba continuou associando São Donato aos Stardling.
Uma noite, um hóspede do Castelo acordou com o som de uma mulher se lamuriando e gemendo abaixo de sua janela. Olhou para fora, mas a escuridão envolvia tudo. Em seguida ouviu o bater de asas imensas. Os misteriosos sons assustaram tanto o visitante que este voltou para cama, não sem antes acender uma lâmpada que ficaria acesa até o amanhecer. Na manhã seguinte, indagando se mais alguém havia ouvido tais barulhos, a sua anfitriã confirmou os sons e disse que seriam de uma Gwrach-y-rhibyn que estava avisando de uma morte na família Stardling. Mesmo sem haver um membro da família morando mais no casarão, a velha bruxa continuava a visitar a casa que um dia fora dos Stardling. Naquele mesmo dia, ficou-se sabendo que o último descendente direto da família estava morto.
Daqui a pouco, 8 da noite, tem mais “Lendas Urbanas” pra você!