Arquivo da categoria: Tecno UHTV

Tecno UHTV! – Fim de Temporada: ONG vai lançar site pornô em defesa dos animais!

NOVA YORK (Reuters) – Uma ONG de defesa dos direitos dos animais que costuma chamar a atenção com campanhas mostrando mulheres nuas pretende lançar um site pornográfico para aumentar a conscientização sobre o veganismo.

A organização sem fins lucrativos People for the Ethical Treatment of Animals (Peta), cujas campanhas polêmicas provocam críticas de grupos de defesa dos direitos das mulheres, diz que espera fazer propaganda do veganismo por meio de uma mistura de pornografia e uma montagem chocante de animais sofrendo.
‘Esperamos alcançar uma nova audiência, mas algumas pessoas ficarão chocadas com as imagens grotescas que podem não ter previsto ver quando foram para o site da Peta,’ disse a diretora-associada de campanhas da entidade, Lindsay Rajt.
A Peta vem sendo acusada de fazer campanha pelos direitos dos animais ao custo da exploração de mulheres. Um grupo do Facebook, Real Women Against Peta (Mulheres Reais contra a Peta) foi lançado depois de a organização pagar por um cartaz mostrando uma mulher obesa com a mensagem: ‘Salvem as baleias. Perca a gordura. Vire vegetariano.’
Outro grupo crítico do Facebook é chamado ‘Vegans (e vegetarianos) contra a Peta.’

Tecno UHTV! – Fim de Temporada: ONG vai lançar site pornô em defesa dos animais!

NOVA YORK (Reuters) – Uma ONG de defesa dos direitos dos animais que costuma chamar a atenção com campanhas mostrando mulheres nuas pretende lançar um site pornográfico para aumentar a conscientização sobre o veganismo.

A organização sem fins lucrativos People for the Ethical Treatment of Animals (Peta), cujas campanhas polêmicas provocam críticas de grupos de defesa dos direitos das mulheres, diz que espera fazer propaganda do veganismo por meio de uma mistura de pornografia e uma montagem chocante de animais sofrendo.
‘Esperamos alcançar uma nova audiência, mas algumas pessoas ficarão chocadas com as imagens grotescas que podem não ter previsto ver quando foram para o site da Peta,’ disse a diretora-associada de campanhas da entidade, Lindsay Rajt.
A Peta vem sendo acusada de fazer campanha pelos direitos dos animais ao custo da exploração de mulheres. Um grupo do Facebook, Real Women Against Peta (Mulheres Reais contra a Peta) foi lançado depois de a organização pagar por um cartaz mostrando uma mulher obesa com a mensagem: ‘Salvem as baleias. Perca a gordura. Vire vegetariano.’
Outro grupo crítico do Facebook é chamado ‘Vegans (e vegetarianos) contra a Peta.’

Tecno UHTV! – Fim de Temporada: ONG vai lançar site pornô em defesa dos animais!

NOVA YORK (Reuters) – Uma ONG de defesa dos direitos dos animais que costuma chamar a atenção com campanhas mostrando mulheres nuas pretende lançar um site pornográfico para aumentar a conscientização sobre o veganismo.

A organização sem fins lucrativos People for the Ethical Treatment of Animals (Peta), cujas campanhas polêmicas provocam críticas de grupos de defesa dos direitos das mulheres, diz que espera fazer propaganda do veganismo por meio de uma mistura de pornografia e uma montagem chocante de animais sofrendo.
‘Esperamos alcançar uma nova audiência, mas algumas pessoas ficarão chocadas com as imagens grotescas que podem não ter previsto ver quando foram para o site da Peta,’ disse a diretora-associada de campanhas da entidade, Lindsay Rajt.
A Peta vem sendo acusada de fazer campanha pelos direitos dos animais ao custo da exploração de mulheres. Um grupo do Facebook, Real Women Against Peta (Mulheres Reais contra a Peta) foi lançado depois de a organização pagar por um cartaz mostrando uma mulher obesa com a mensagem: ‘Salvem as baleias. Perca a gordura. Vire vegetariano.’
Outro grupo crítico do Facebook é chamado ‘Vegans (e vegetarianos) contra a Peta.’

Tecno UHTV! – Fim de Temporada: ONG vai lançar site pornô em defesa dos animais!

NOVA YORK (Reuters) – Uma ONG de defesa dos direitos dos animais que costuma chamar a atenção com campanhas mostrando mulheres nuas pretende lançar um site pornográfico para aumentar a conscientização sobre o veganismo.

A organização sem fins lucrativos People for the Ethical Treatment of Animals (Peta), cujas campanhas polêmicas provocam críticas de grupos de defesa dos direitos das mulheres, diz que espera fazer propaganda do veganismo por meio de uma mistura de pornografia e uma montagem chocante de animais sofrendo.
‘Esperamos alcançar uma nova audiência, mas algumas pessoas ficarão chocadas com as imagens grotescas que podem não ter previsto ver quando foram para o site da Peta,’ disse a diretora-associada de campanhas da entidade, Lindsay Rajt.
A Peta vem sendo acusada de fazer campanha pelos direitos dos animais ao custo da exploração de mulheres. Um grupo do Facebook, Real Women Against Peta (Mulheres Reais contra a Peta) foi lançado depois de a organização pagar por um cartaz mostrando uma mulher obesa com a mensagem: ‘Salvem as baleias. Perca a gordura. Vire vegetariano.’
Outro grupo crítico do Facebook é chamado ‘Vegans (e vegetarianos) contra a Peta.’

Tecno UHTV!: Colecionador reúne acervo com mais de 1,5 mil jogos e 50 consoles de Atari!

Empresário de Curitiba mantém aparelhos e jogos em sala climatizada.
Relíquias como ‘River raid’, ‘Pitfall’ e ‘Enduro’ estão entre os favoritos.

A coleção de Borba tem milhares de itens, guardados em uma sala especial. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)

Em uma pequena sala, com temperatura e umidade controladas, nos fundos de uma casa, em Curitiba, está uma das “maiores coleções de Atari do mundo”, garante o empresário e dono dos consoles e cartuchos, Antonio Borba. O acervo chega a 1.673 exemplares – número certificado por uma publicação especializada, em 2007. Já os consoles “passam de 50”, mas à época da contagem para essa homologação havia 41 (todos diferentes). Ele começou há aproximadamente sete anos e juntou milhares de itens (contando manuais e controles).
O primeiro encontro com o Atari foi quando Borba estava “saindo da infância, entrando na adolescência”, diz. O jogo favorito era “Haunted house”, lançado em 1982 e um dos primeiros com telas rolantes. São pelo menos duas fases fundamentais dos jogos para Atari: a primeira, com menos expressão, e a segunda, quando a Actvision passou a programar os games. “Se for para falar dos clássicos, tem o ‘River Raid’, ‘Pitfall’ e ‘Enduro’. (…) Os jogos para Atari não devem passar de 500, mas existem várias versões”.
Os cartuchos são guardados em móveis planejados. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)
Quase tudo na sala são peças de museu, guardadas para a posteridade e quase sem uso. “Jogo a cada dois meses, é um tipo de viagem nostálgica. (…) Se for para me divertir, prefiro outra pegada, como simuladores ligados à TVs de alta resolução”.
Mas a saga de Borba com os videogames tem um lapso e tanto. Entre o primeiro Atari e o Playstation que joga atualmente, não houve nenhum console – nem mesmo outro clássico que virou um tipo de escola, o Nintendo. “Depois do Atari passei a jogar em computadores. (…) Com certeza isso influenciou bastante minha vida”. Hoje as empresas dele são de tecnologia.
Rara pirataria nacional
Momento raro: os videogames da coleção são usados a cada dois meses. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)
“A indústria brasileira do Atari é uma das mais cobiçadas do mundo por colecionadores”, porque há peças muito particulares. Um dos modelos, por exemplo, permite que o jogador acione a pausa. “Isso não existe em nenhum outro console do mundo” – o que foi possível por uma modificação na placa eletrônica.
Esse modelo de console foi batizado “Onyx” e o mesmo selo produziu dez jogos. Esses cartuchos levaram o nome “Microsoft”, em uma pirataria vulgar. Ainda no Brasil, houve modelos de Atari da marca Actvision, mas essa marca não produzia consoles. “Por isso, quando um gringo descobre esse tipo de coisa, fica louco para comprar”.
Recentemente, um Atari original americano, em uma caixa lacrada, foi vendido pela internet por U$ 1.500.
Na próxima semana, tem a última edição dessa temporada do “Tecno UHTV!”. Não deixe de ver. É na próxima quinta, 11 da manhã!

Tecno UHTV!: Colecionador reúne acervo com mais de 1,5 mil jogos e 50 consoles de Atari!

Empresário de Curitiba mantém aparelhos e jogos em sala climatizada.
Relíquias como ‘River raid’, ‘Pitfall’ e ‘Enduro’ estão entre os favoritos.

A coleção de Borba tem milhares de itens, guardados em uma sala especial. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)

Em uma pequena sala, com temperatura e umidade controladas, nos fundos de uma casa, em Curitiba, está uma das “maiores coleções de Atari do mundo”, garante o empresário e dono dos consoles e cartuchos, Antonio Borba. O acervo chega a 1.673 exemplares – número certificado por uma publicação especializada, em 2007. Já os consoles “passam de 50”, mas à época da contagem para essa homologação havia 41 (todos diferentes). Ele começou há aproximadamente sete anos e juntou milhares de itens (contando manuais e controles).
O primeiro encontro com o Atari foi quando Borba estava “saindo da infância, entrando na adolescência”, diz. O jogo favorito era “Haunted house”, lançado em 1982 e um dos primeiros com telas rolantes. São pelo menos duas fases fundamentais dos jogos para Atari: a primeira, com menos expressão, e a segunda, quando a Actvision passou a programar os games. “Se for para falar dos clássicos, tem o ‘River Raid’, ‘Pitfall’ e ‘Enduro’. (…) Os jogos para Atari não devem passar de 500, mas existem várias versões”.
Os cartuchos são guardados em móveis planejados. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)
Quase tudo na sala são peças de museu, guardadas para a posteridade e quase sem uso. “Jogo a cada dois meses, é um tipo de viagem nostálgica. (…) Se for para me divertir, prefiro outra pegada, como simuladores ligados à TVs de alta resolução”.
Mas a saga de Borba com os videogames tem um lapso e tanto. Entre o primeiro Atari e o Playstation que joga atualmente, não houve nenhum console – nem mesmo outro clássico que virou um tipo de escola, o Nintendo. “Depois do Atari passei a jogar em computadores. (…) Com certeza isso influenciou bastante minha vida”. Hoje as empresas dele são de tecnologia.
Rara pirataria nacional
Momento raro: os videogames da coleção são usados a cada dois meses. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)
“A indústria brasileira do Atari é uma das mais cobiçadas do mundo por colecionadores”, porque há peças muito particulares. Um dos modelos, por exemplo, permite que o jogador acione a pausa. “Isso não existe em nenhum outro console do mundo” – o que foi possível por uma modificação na placa eletrônica.
Esse modelo de console foi batizado “Onyx” e o mesmo selo produziu dez jogos. Esses cartuchos levaram o nome “Microsoft”, em uma pirataria vulgar. Ainda no Brasil, houve modelos de Atari da marca Actvision, mas essa marca não produzia consoles. “Por isso, quando um gringo descobre esse tipo de coisa, fica louco para comprar”.
Recentemente, um Atari original americano, em uma caixa lacrada, foi vendido pela internet por U$ 1.500.
Na próxima semana, tem a última edição dessa temporada do “Tecno UHTV!”. Não deixe de ver. É na próxima quinta, 11 da manhã!

Tecno UHTV!: Colecionador reúne acervo com mais de 1,5 mil jogos e 50 consoles de Atari!

Empresário de Curitiba mantém aparelhos e jogos em sala climatizada.
Relíquias como ‘River raid’, ‘Pitfall’ e ‘Enduro’ estão entre os favoritos.

A coleção de Borba tem milhares de itens, guardados em uma sala especial. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)

Em uma pequena sala, com temperatura e umidade controladas, nos fundos de uma casa, em Curitiba, está uma das “maiores coleções de Atari do mundo”, garante o empresário e dono dos consoles e cartuchos, Antonio Borba. O acervo chega a 1.673 exemplares – número certificado por uma publicação especializada, em 2007. Já os consoles “passam de 50”, mas à época da contagem para essa homologação havia 41 (todos diferentes). Ele começou há aproximadamente sete anos e juntou milhares de itens (contando manuais e controles).
O primeiro encontro com o Atari foi quando Borba estava “saindo da infância, entrando na adolescência”, diz. O jogo favorito era “Haunted house”, lançado em 1982 e um dos primeiros com telas rolantes. São pelo menos duas fases fundamentais dos jogos para Atari: a primeira, com menos expressão, e a segunda, quando a Actvision passou a programar os games. “Se for para falar dos clássicos, tem o ‘River Raid’, ‘Pitfall’ e ‘Enduro’. (…) Os jogos para Atari não devem passar de 500, mas existem várias versões”.
Os cartuchos são guardados em móveis planejados. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)
Quase tudo na sala são peças de museu, guardadas para a posteridade e quase sem uso. “Jogo a cada dois meses, é um tipo de viagem nostálgica. (…) Se for para me divertir, prefiro outra pegada, como simuladores ligados à TVs de alta resolução”.
Mas a saga de Borba com os videogames tem um lapso e tanto. Entre o primeiro Atari e o Playstation que joga atualmente, não houve nenhum console – nem mesmo outro clássico que virou um tipo de escola, o Nintendo. “Depois do Atari passei a jogar em computadores. (…) Com certeza isso influenciou bastante minha vida”. Hoje as empresas dele são de tecnologia.
Rara pirataria nacional
Momento raro: os videogames da coleção são usados a cada dois meses. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)
“A indústria brasileira do Atari é uma das mais cobiçadas do mundo por colecionadores”, porque há peças muito particulares. Um dos modelos, por exemplo, permite que o jogador acione a pausa. “Isso não existe em nenhum outro console do mundo” – o que foi possível por uma modificação na placa eletrônica.
Esse modelo de console foi batizado “Onyx” e o mesmo selo produziu dez jogos. Esses cartuchos levaram o nome “Microsoft”, em uma pirataria vulgar. Ainda no Brasil, houve modelos de Atari da marca Actvision, mas essa marca não produzia consoles. “Por isso, quando um gringo descobre esse tipo de coisa, fica louco para comprar”.
Recentemente, um Atari original americano, em uma caixa lacrada, foi vendido pela internet por U$ 1.500.
Na próxima semana, tem a última edição dessa temporada do “Tecno UHTV!”. Não deixe de ver. É na próxima quinta, 11 da manhã!

Tecno UHTV!: Colecionador reúne acervo com mais de 1,5 mil jogos e 50 consoles de Atari!

Empresário de Curitiba mantém aparelhos e jogos em sala climatizada.
Relíquias como ‘River raid’, ‘Pitfall’ e ‘Enduro’ estão entre os favoritos.

A coleção de Borba tem milhares de itens, guardados em uma sala especial. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)

Em uma pequena sala, com temperatura e umidade controladas, nos fundos de uma casa, em Curitiba, está uma das “maiores coleções de Atari do mundo”, garante o empresário e dono dos consoles e cartuchos, Antonio Borba. O acervo chega a 1.673 exemplares – número certificado por uma publicação especializada, em 2007. Já os consoles “passam de 50”, mas à época da contagem para essa homologação havia 41 (todos diferentes). Ele começou há aproximadamente sete anos e juntou milhares de itens (contando manuais e controles).
O primeiro encontro com o Atari foi quando Borba estava “saindo da infância, entrando na adolescência”, diz. O jogo favorito era “Haunted house”, lançado em 1982 e um dos primeiros com telas rolantes. São pelo menos duas fases fundamentais dos jogos para Atari: a primeira, com menos expressão, e a segunda, quando a Actvision passou a programar os games. “Se for para falar dos clássicos, tem o ‘River Raid’, ‘Pitfall’ e ‘Enduro’. (…) Os jogos para Atari não devem passar de 500, mas existem várias versões”.
Os cartuchos são guardados em móveis planejados. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)
Quase tudo na sala são peças de museu, guardadas para a posteridade e quase sem uso. “Jogo a cada dois meses, é um tipo de viagem nostálgica. (…) Se for para me divertir, prefiro outra pegada, como simuladores ligados à TVs de alta resolução”.
Mas a saga de Borba com os videogames tem um lapso e tanto. Entre o primeiro Atari e o Playstation que joga atualmente, não houve nenhum console – nem mesmo outro clássico que virou um tipo de escola, o Nintendo. “Depois do Atari passei a jogar em computadores. (…) Com certeza isso influenciou bastante minha vida”. Hoje as empresas dele são de tecnologia.
Rara pirataria nacional
Momento raro: os videogames da coleção são usados a cada dois meses. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)
“A indústria brasileira do Atari é uma das mais cobiçadas do mundo por colecionadores”, porque há peças muito particulares. Um dos modelos, por exemplo, permite que o jogador acione a pausa. “Isso não existe em nenhum outro console do mundo” – o que foi possível por uma modificação na placa eletrônica.
Esse modelo de console foi batizado “Onyx” e o mesmo selo produziu dez jogos. Esses cartuchos levaram o nome “Microsoft”, em uma pirataria vulgar. Ainda no Brasil, houve modelos de Atari da marca Actvision, mas essa marca não produzia consoles. “Por isso, quando um gringo descobre esse tipo de coisa, fica louco para comprar”.
Recentemente, um Atari original americano, em uma caixa lacrada, foi vendido pela internet por U$ 1.500.
Na próxima semana, tem a última edição dessa temporada do “Tecno UHTV!”. Não deixe de ver. É na próxima quinta, 11 da manhã!

Tecno UHTV!: Colecionador reúne acervo com mais de 1,5 mil jogos e 50 consoles de Atari!

Empresário de Curitiba mantém aparelhos e jogos em sala climatizada.
Relíquias como ‘River raid’, ‘Pitfall’ e ‘Enduro’ estão entre os favoritos.

A coleção de Borba tem milhares de itens, guardados em uma sala especial. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)

Em uma pequena sala, com temperatura e umidade controladas, nos fundos de uma casa, em Curitiba, está uma das “maiores coleções de Atari do mundo”, garante o empresário e dono dos consoles e cartuchos, Antonio Borba. O acervo chega a 1.673 exemplares – número certificado por uma publicação especializada, em 2007. Já os consoles “passam de 50”, mas à época da contagem para essa homologação havia 41 (todos diferentes). Ele começou há aproximadamente sete anos e juntou milhares de itens (contando manuais e controles).
O primeiro encontro com o Atari foi quando Borba estava “saindo da infância, entrando na adolescência”, diz. O jogo favorito era “Haunted house”, lançado em 1982 e um dos primeiros com telas rolantes. São pelo menos duas fases fundamentais dos jogos para Atari: a primeira, com menos expressão, e a segunda, quando a Actvision passou a programar os games. “Se for para falar dos clássicos, tem o ‘River Raid’, ‘Pitfall’ e ‘Enduro’. (…) Os jogos para Atari não devem passar de 500, mas existem várias versões”.
Os cartuchos são guardados em móveis planejados. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)
Quase tudo na sala são peças de museu, guardadas para a posteridade e quase sem uso. “Jogo a cada dois meses, é um tipo de viagem nostálgica. (…) Se for para me divertir, prefiro outra pegada, como simuladores ligados à TVs de alta resolução”.
Mas a saga de Borba com os videogames tem um lapso e tanto. Entre o primeiro Atari e o Playstation que joga atualmente, não houve nenhum console – nem mesmo outro clássico que virou um tipo de escola, o Nintendo. “Depois do Atari passei a jogar em computadores. (…) Com certeza isso influenciou bastante minha vida”. Hoje as empresas dele são de tecnologia.
Rara pirataria nacional
Momento raro: os videogames da coleção são usados a cada dois meses. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)
“A indústria brasileira do Atari é uma das mais cobiçadas do mundo por colecionadores”, porque há peças muito particulares. Um dos modelos, por exemplo, permite que o jogador acione a pausa. “Isso não existe em nenhum outro console do mundo” – o que foi possível por uma modificação na placa eletrônica.
Esse modelo de console foi batizado “Onyx” e o mesmo selo produziu dez jogos. Esses cartuchos levaram o nome “Microsoft”, em uma pirataria vulgar. Ainda no Brasil, houve modelos de Atari da marca Actvision, mas essa marca não produzia consoles. “Por isso, quando um gringo descobre esse tipo de coisa, fica louco para comprar”.
Recentemente, um Atari original americano, em uma caixa lacrada, foi vendido pela internet por U$ 1.500.
Na próxima semana, tem a última edição dessa temporada do “Tecno UHTV!”. Não deixe de ver. É na próxima quinta, 11 da manhã!

Tecno UHTV!: Colecionador reúne acervo com mais de 1,5 mil jogos e 50 consoles de Atari!

Empresário de Curitiba mantém aparelhos e jogos em sala climatizada.
Relíquias como ‘River raid’, ‘Pitfall’ e ‘Enduro’ estão entre os favoritos.

A coleção de Borba tem milhares de itens, guardados em uma sala especial. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)

Em uma pequena sala, com temperatura e umidade controladas, nos fundos de uma casa, em Curitiba, está uma das “maiores coleções de Atari do mundo”, garante o empresário e dono dos consoles e cartuchos, Antonio Borba. O acervo chega a 1.673 exemplares – número certificado por uma publicação especializada, em 2007. Já os consoles “passam de 50”, mas à época da contagem para essa homologação havia 41 (todos diferentes). Ele começou há aproximadamente sete anos e juntou milhares de itens (contando manuais e controles).
O primeiro encontro com o Atari foi quando Borba estava “saindo da infância, entrando na adolescência”, diz. O jogo favorito era “Haunted house”, lançado em 1982 e um dos primeiros com telas rolantes. São pelo menos duas fases fundamentais dos jogos para Atari: a primeira, com menos expressão, e a segunda, quando a Actvision passou a programar os games. “Se for para falar dos clássicos, tem o ‘River Raid’, ‘Pitfall’ e ‘Enduro’. (…) Os jogos para Atari não devem passar de 500, mas existem várias versões”.
Os cartuchos são guardados em móveis planejados. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)
Quase tudo na sala são peças de museu, guardadas para a posteridade e quase sem uso. “Jogo a cada dois meses, é um tipo de viagem nostálgica. (…) Se for para me divertir, prefiro outra pegada, como simuladores ligados à TVs de alta resolução”.
Mas a saga de Borba com os videogames tem um lapso e tanto. Entre o primeiro Atari e o Playstation que joga atualmente, não houve nenhum console – nem mesmo outro clássico que virou um tipo de escola, o Nintendo. “Depois do Atari passei a jogar em computadores. (…) Com certeza isso influenciou bastante minha vida”. Hoje as empresas dele são de tecnologia.
Rara pirataria nacional
Momento raro: os videogames da coleção são usados a cada dois meses. (Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR)
“A indústria brasileira do Atari é uma das mais cobiçadas do mundo por colecionadores”, porque há peças muito particulares. Um dos modelos, por exemplo, permite que o jogador acione a pausa. “Isso não existe em nenhum outro console do mundo” – o que foi possível por uma modificação na placa eletrônica.
Esse modelo de console foi batizado “Onyx” e o mesmo selo produziu dez jogos. Esses cartuchos levaram o nome “Microsoft”, em uma pirataria vulgar. Ainda no Brasil, houve modelos de Atari da marca Actvision, mas essa marca não produzia consoles. “Por isso, quando um gringo descobre esse tipo de coisa, fica louco para comprar”.
Recentemente, um Atari original americano, em uma caixa lacrada, foi vendido pela internet por U$ 1.500.
Na próxima semana, tem a última edição dessa temporada do “Tecno UHTV!”. Não deixe de ver. É na próxima quinta, 11 da manhã!