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BBB um programgra pra quem?

Se você assiste, não se ofenda comigo. Ofenda-se com o Pedro Bial, foi ele quem fez esta afirmação. No mínimo, é constrangedor. Afinal, se o próprio apresentador enxerga desta forma, o deboche com a cara de milhões de espectadores deve ultrapassar o aceitável nos bastidores da produção do programa.
Para você entender, acompanhe o diálogo que saiu impresso na Veja, edição 2252, entre Pedro Bial e José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, pai do Boninho, que dirigi o BBB. Bial: Gosto de ver coisa ruim na TV. Boni: Então você assiste o BBB. Bial: Eu não assisto porque não gosto de me ver. Mas, para domar o formato, tive de me despir da condição de jornalista e ser um Zé Mané junto com os outros.
Sobre a resposta final do Bial, a Veja não deixou por menos. Ao comentar sobre o Zé Mané, presente na sua resposta ao Boni, a revista afirmou que ele estava dando nome aos que participam e assistem ao programa. Que coisa!
Boni, Bial e Boninho, um trio BBB bem inteligente da televisão brasileira. Inteligente porque sabe exatamente o que critica e o que faz, um programa composto por, e feito para, Zés Manés que existem em todas as classes sociais, aos milhões. É Zé Mané para Ibope nenhum botar defeito. Que dó, audiência é o que de fato importa. Conteúdo? Quem está preocupado com conteúdo?
Agora vamos sonhar um pouco. Inverta-se o lado da inteligência. Imagine se as milhares de pessoas rotuladas como Zé Mané pelo Bial conseguissem pensar e criticar como ele. Já pensou? A audiência do programa cairia vertiginosamente, obrigando as cabeças pensantes da TV brasileira a produzir conteúdos com muito mais qualidade. Pois muito poucos querem ser tratados e vistos como Zé Mané, pelo menos é o que normalmente acontece quando se adquire consciência dessa posição. Consciência essa tão claramente exposta no papo do Boni e do Bial.
A Zé Manézisse, no entanto, não se limita ao BBB. Tem A Fazenda, As Mulheres Ricas e mais um monte de besteirol enchendo a tela das TVs. Se liga, já passou da hora de desligar tais programas. Chega dos formadores da TV continuarem a formar Zés Manés. Se eles insistem em formar, não se conforme. Transforme-se pela renovação do seu entendimento e experimente a boa, agradável e perfeita vontade do Senhor, Aquele que das trevas nos leva passo a passo até a luz.
Enquanto o mundo, por outro lado, trabalha incansávelmente para nos levar da luz para as trevas. E nós, é triste admitir, algumas vezes agimos como Zés Manés, nem percebemos o apagar da luz em nossas vidas.
Paz!
Por: Edmilson Mendes
Fonte: Sou da Promessa
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Luiza do Canada deve entrar no BBB 12 diz Boninho

Boninho diz que Luiza do Canadá vai entrar no BBB12
Visto que sábado e o dia de festas e a entrada de Luiza seria hoje, Boninho pode ter alguma outra ideia para esta noite, na qual a eliminação de Fael ou Mayara será o principal atrativo da noite.
A paraibana Luiza, de 17 anos, ganhou fama depois que seu pai, o colunista social Geraldo Rabello, gravou a propaganda de um lançamento imobiliário em João Pessoa, em que estava reunido com a família, “menos Luíza, que está no Canadá”. Não demorou muito e o jargão virou moda e invadiu as redes sociais em todo o país.
A filha do meio de Geraldo estava no Canadá, há seis meses, para intercâmbio. A morena retornou ao Brasil em meado de janeiro e se assustou com a fama repentina.
Boninho quer Luiza do Canadá no BBB12
Fonte: Planeta Vip

Patrocinadores estão preocupados com seus investimentos, após suposto estupro!

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O suposto caso de estupro no Big Brother Brasil 12 gerou preocupação entre patrocinadores do reality show. Embora oficialmente não comentem o assunto, o episódio causou certa tensão nas empresas que investiram um total de R$ 103 milhões em cotas de patrocínio nacional do programa.
AmBev (Guaraná Antarctica), Fiat, Niely, Schincariol (Devassa) e Unilever (Omo) concordaram em pagar, cada uma, R$ 20,6 milhões em troca de exposição na televisão e na página do BBB na internet. Agora, calculam eventuais impactos negativos do episódio para a imagem das marcas.
No último fim de semana, Daniel teria molestado Monique após a primeira festa realizada na casa. A “Festa Fusion” foi patrocinada pelo energético da AmBev.
“As empresas devem estar preocupadas para saber o que aconteceu de fato e avaliar como isso pode repercutir sobre as marcas envolvidas”, diz Júlio Moreira, professor de branding (marcas) da pós-graduação em comunicação da ESPM.
Para o especialista, no entanto, o impacto deve ser pequeno. “Hoje os consumidores são muito esclarecidos e maduros. Mesmo que aconteça um problema no programa, eles conseguem separar o que é culpa da marca e o que está fora do controle da empresa”, afirma.
Marcos Hiller, coordenador do MBA de gestão de marcas da Trevisan Escola de Negócios, afirma que o caso deixa um “arranhão” na imagem dos patrocinadores e anunciantes. “Não dá para saber exatamente o impacto disso para as empresas, depende de cada caso, mas fica o arranhão, uma mancha no currículo”, diz.
Ainda assim, Hiller avalia que o episódio “não deve ser muito trágico”. Segundo ele, “não é isso que vai fazer com que as empresas percam market share [participação de mercado]”. Embora o incidente cause certa preocupação entre anunciantes, ele não acredita que isso seja suficiente para levar as companhias a desistir de patrocinar o programa.
Para Moreira, da ESPM, o episódio polêmico pode até aumentar a audiência do BBB, o que poderia até certo ponto ser positivo para os anunciantes. “Infelizmente, casos como esse podem até gerar uma visibilidade maior para o programa”, diz.
Procurados pelo iG, nenhum dos patrocinadores se posicionou sobre o episódio.
Risco iminente
Patrocinar um evento campeão de audiência como o Big Brother dá muita visibilidade, mas também traz grandes riscos. “Quando uma marca decide patrocinar um reality show, um BBB, ela está assumindo riscos na largada”, afirma Hiller. “Por mais que tenha uma exposição violentíssima e retorno sobre investimento muito interessante, tem sempre o fator humano, que foge completamente do controle do anunciante e mesmo da coordenação do programa.”
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Não faltam exemplos de situações em que ‘o tiro saiu pela culatra’. Já na primeira semana do BBB 12, a prova do líder envolvendo um carro da Fiat resultou em certo constrangimento para a montadora e para a produção do reality show.
Os 16 ‘brothers’ ficaram confinados dentro do veículo Freemont e alguns passaram mal. Depois, uma participante não conseguiu abrir o porta-malas do carro, apresentado pela montadora como tendo um sistema fácil de abertura das portas. “São coisas que estão totalmente fora do controle, não dá para prever, mas com certeza tem um efeito contrário ao que se esperava”, diz Hiller.
Na última edição do BBB, um dos principais ‘tropeços’ foi o caso envolvendo a Unilever e um novo tempero para frango da marca Knorr. Durante a prova de resistência, participantes fantasiados de frango desataram a cantar: “De leste a oeste. De norte a sul. A onda é a dança da galinha azul”. Seria ótimo, se esse não fosse o jingle do caldo de galinha Maggi, principal concorrente da Knorr.
“Como é que alguém poderia imaginar que eles iam resolver cantar a música do concorrente?”, afirma Hiller. “Por isso, quando a marca decide entrar em um negócio como esse, tem também que assumir os riscos e estar preparada para reagir em casos de crises de imagem”, diz o especialista.